Guerra e greves – Seguro de Transporte Internacional

ENDURING FREEDOM
Naval vessels from five nations sail in parade formation for a rare photographic opportunity at sea. From top row left to right: the Italian Navy (Marina Militare) ship Maestrale Class Frigate MM MAESTRALE (F 570), French Navy Tourville Class Destroyer DE GRASSE (D 612), Nimitz Class Aircraft Carrier USS JOHN C. STENNIS (CVN 74), US Navy (USN) Ticonderoga Class Cruisers USS PORT ROYAL (CG 73), French Navy Charles de Gaulle Class Aircraft Carrier CHARLES DE GAULLE (R 91), Royal Navy Helicopter Carrier, Her MajestyÕs Ship (HMS) OCEAN (L 12), French La Fayette Class Frigate SURCOUF (F 711), Aircraft Carrier USS JOHN F. KENNEDY (CV 67), Netherlands Navy Karel Doorman Class Frigate Her MajestyÕs Netherlands Ship (Harer Majesteits) (HNLMS) VAN AMSTEL (F 831), Italian Navy De La Penne (ex-Animoso) Class Destroyer, MM LUIGI DURAND DE LA PENNE (ex Animoso) (D 560). The coalition forces are deployed in support of Operation ENDURING FREEDOM.

A lista JCC Cargo Watchlist monitora riscos para cargas transportadas por via aérea, terrestre e marítima e rastreia portos e áreas onde a guerra, o terrorismo e outros riscos são maiores, e apresenta o grau de risco de cada país para as coberturas adicionais de guerra e greves no seguro de transporte internacional.

As informações são meramente indicativas e cabe aos subscritores das seguradoras e resseguradoras a definição da aceitação das coberturas adicionais, conforme a política de subscrição de cada companhia.

O Brasil é classificado com um elevado grau de risco de roubo de cargas.

Versão 158 – Maio de 2018 – http://watch.exclusive-analysis.com/jccwatchlist.html

Aparecido Rocha, especialista em seguros internacionais

Balança Comercial de abril de 2018 com superávit de US$ 6,1 bilhões

BCanril2018A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 6,1 bilhões em abril, com exportações de US$ 19,9 bilhões e importações de US$ 13,8 bilhões. Este é o segundo melhor saldo comercial para meses de abril da série histórica, atrás apenas do que foi registrado no ano passado, de US$ 6,9 bilhões.

Apesar do superávit, a exportação brasileira teve um leve recuo de 3,4% pela média diária quando comparada com abril de 2017. De acordo com o diretor de Estatísticas e Apoio às Exportações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Herlon Brandão, essa queda se deve principalmente a diferença de dias úteis de abril de 2018 e de 2017: este ano o mês teve três dias úteis a mais. “Isso acaba ajudando a diluir a média diária. Se forem considerados os valores fechados do mês, houve um crescimento em 2018. As exportações de abril do ano passado somaram U$S 17,7 bilhões”.

No acumulado de 2018, as exportações apresentaram valor de US$ 74,3 bilhões, um crescimento de 7,7%, pela média diária sobre 2017. Também houve um aumento de 14,5% nas importações entre abril de 2017 e abril de 2018, o que é reflexo do aumento da demanda interna dada a recuperação econômica.

Quando comparado com igual período do ano anterior, houve crescimento de 23,2% da importação de bens de capital e aumento de 12,7% na exportação de bens industrializados. O saldo comercial acumulou superávit de US$ 20 bilhões nos quatro primeiros meses do ano.

A China continuou sendo o maior destino das exportações brasileiras, comprando US$ 18,4 bilhões entre janeiro e abril. Esse volume representa 24,8% do total embarcado pelo país. A União Europeia foi o segundo maior importador de produtos nacionais, respondendo por 19,5% do total embarcado, para US$ 14,5 bilhões. Os Estados Unidos, em terceiro lugar do ranking, respondeu por US$ 8,6 bilhões das exportações, ou seja, 11,8%.

A previsão do governo para 2018 é que o saldo da balança comercial fique acima de US$ 50 bilhões. Para o Banco Central, a projeção é de um superávit de US$ 56 bilhões neste ano.

Aparecido Rocha, especialista em seguros internacionais

 

 

 

 

 

Foro virtual sobre seguros obligatorios de transportes en Brasil

ForoAbril2

La Asociación Latinoamericana de Suscriptores Marítimos (ALSUM) presentará el 26.04.2018 el foro virtual sobre seguros obligatorios de transportes en Brasil. El evento será transmitido para toda América Latina, incluyendo los países de América Central y el Caribe.

Será un honor participar como conferencista y tener la oportunidad de presentar a los colegas de otros países cómo se practica el seguro de transporte en Brasil. Voy a tratar de explicar que la mayoría de los seguros comercializados en Brasil son facultativos, sin embargo, existen varios seguros obligatorios por ley, entre ellos el seguro de transporte nacional para el dueño de la mercancía (embarcador) y el seguro de responsabilidad civil para el transportista por carretera, aéreo, acuático (marítimo) y ferroviario.

Explicaré que en Brasil los seguros son regulados pela Susep (Superintendência de Seguros Privados), una autarquía federal vinculada al Ministerio de Hacienda, responsable de la regulación y fiscalización de los mercados de seguros que defiende los intereses de los consumidores.

El seguro, independiente de la obligatoriedad, es uno de los principales agentes de protección para los embarcadores y transportadores.

Información del evento:  https://t.co/0MqCSIEr8M

Aparecido Rocha  – especialista em seguros de transportes

Classificação dos riscos de guerra e greves – Transporte Internacional Versão 157

GGfev2017

A lista JCC Cargo Watchlist monitora riscos para cargas transportadas por via aérea, terrestre e marítima e rastreia portos e áreas onde a guerra, o terrorismo e outros riscos são maiores, e apresenta o grau de risco de cada país para as coberturas adicionais de guerra e greves no seguro de transporte internacional.

As informações são meramente indicativas e cabe aos subscritores das seguradoras e resseguradoras a definição da aceitação das coberturas adicionais, conforme a política de subscrição de cada companhia.

O Brasil é classificado com um elevado grau de risco de roubo de cargas.

Versão 157 – Abril de 2018 – http://watch.exclusive-analysis.com/jccwatchlist.html

Aparecido Rocha, especialista em seguros internacionais