War and Strikers – Outubro 2017

GGjan2017

Versão 151

A lista JCC Cargo Watchlist monitora riscos para cargas transportadas por via aérea, terrestre e marítima e rastreia portos e áreas onde a guerra, o terrorismo e outros riscos são maiores, e apresenta o grau de risco de cada país para as coberturas adicionais de guerra e greves no seguro de transporte internacional.

As informações são meramente indicativas e cabe aos subscritores das seguradoras e resseguradoras a definição da aceitação das coberturas adicionais, conforme a política de subscrição de cada companhia.

O Brasil é classificado com um elevado grau de risco de roubo de cargas.

http://watch.exclusive-analysis.com/jccwatchlist.html

Aparecido Mendes Rocha, especialista em seguros internacionais

Siscomex tem novas funcionalidades para exportadores e transportadores

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Os transportadores rodoviários e seus representantes deverão solicitar a Habilitação junto à unidade da RFB de sua jurisdição.

A Aduana da Receita Federal implantou no dia 7 de outubro a nova versão da DE-WEB, a qual passou a exigir dos transportadores rodoviários a informação do CE Rodoviário no Siscomex Carga e a elaboração de MIC-DTA de Saída no Siscomex Trânsito.

Conforme a Notícia Siscomex Exportação nº 62/2017, para utilizar as novas funcionalidades os transportadores rodoviários precisam possuir Certificado Digital e Habilitação nos seguintes sistemas:

SISCOMEX CARGA

PERFIL: TRANSP-ROD

SISCOMEX TRÂNSITO ADUANEIRO

PERFIL: TETI ou TNTI.

VERIFICAR A REGULARIDADE DA LICENÇA JUNTO À ANTT

Os transportadores rodoviários e seus representantes deverão solicitar a habilitação junto à unidade da RFB de sua jurisdição.

O sistema Siscomex Exportação (conhecido por HOD ou “Cara preta”) será desativado no modal terrestre em 30 (trinta) dias.

Aparecido Mendes Rocha, especialista em seguros internacionais

Os 10 piores furacões de todos os tempos

Hurricanes

A cada temporada de furacões, milhares de milhas de costa ao redor do mundo são ameaçadas. É assustador para as vidas das pessoas e animais estabelecidas ao longo das costas, que ficam em sério perigo de ventos poderosos e de algumas das porções de águas mais fortes do mundo. Nesta seleção estão em destaque os 10 piores furacões de todos os tempos.

10⁰ – Furacão Katrina: O furacão Katrina foi um dos 5 mais mortais e mais caros furacões na história dos Estados Unidos. Ao menos 1.833 pessoas morreram com o furacão e as consequências, e custo estimado foi de US$ 81 bilhões. O furacão Katrina começou como um furacão de categoria 1 em agosto de 2005, quando atingiu Bahamas e Flórida, mas reforçou a uma categoria 5 no Golfo do México, antes de chegar à Louisiana como de categoria 3.

9⁰ – Furacão Andrew: O furacão Andrew foi o único furacão nomeado para a temporada de 1992. Causando estragos entre o noroeste de Bahamas, sul da Flórida e sudoeste de Louisiana, Andrew causou US$ 26.5 bilhões em danos, embora, algumas fontes posicionam este número próximo a US$ 34 bilhões. Mesmo com toda a destruição causada pelo furacão Andrew, o número de mortes foi muito baixo, com 26 mortes causadas diretamente pelo furacão e 39 como mortes secundárias.

8⁰ – The Great Hurricane – 1780: Detendo o recorde de furacão do Atlântico mais mortal, esta tempestade devastou Porto Rico, República Dominicana, Pequenas Antilhas, Bermuda, e praticamente toda a Flórida e outros Estados. Enquanto o total de danos não é conhecido, a quantidade de mortos foi bem superior a 22.000 pessoas, mais do que qualquer outra década de furacões do Atlântico.

7⁰ – Furacão Ike: O furacão Ike está entre os três furacões mais destrutivos a já atingir os Estados Unidos, com US$ 24 bilhões e com dano adicional de US$ 7.3 bilhões em Cuba.
Mais US$ 200 milhões em Bahamas, e US$ 500 milhões em Turks e Caicos, somando um total de US$ 32 bilhões em danos. O furacão Ike resultou em ao menos 195 mortes, em todo o caminho de Haiti para Galveston e muitos lugares pelo meio.

6⁰ – Furacão Galveston de 1900: O ano era 1900, o lugar foi Galveston, Texas. No dia 4 de setembro, um aviso foi lançado, dizendo que uma grande tempestade tropical tinha passado por Cuba e ia para o oeste em todo o Golfo do México. Em 1900, Galveston estava em torno de 2,74 m acima do nível do mar, que era um pouco baixo. Quando o furacão Galveston de 1900 atingiu a costa em 8 de setembro, trouxe uma onda de tempestade de 4,57 m, junto com ventos de 135 mph, fazendo dele um furacão de categoria 4. O furacão é o desastre natural mais mortal a já atingir os Estados Unidos, reivindicando mais de 6.000 vidas. Os danos totais excederam US$ 20 milhões, que representa mais de US$ 500 milhões atualmente.

5⁰ – Furacão Iniki – 1992: O furacão Iniki atingiu o Havaí em setembro de 1992. Surgiu da forte fase de aquecimento de El Nino de 91-94 e o furacão alcançou ventos de nível categoria 4, como o olho passou sobre a ilha de Kaua’i. Surpreendentemente, houve apenas 6 mortes atribuídas ao furacão Iniki. O dano monetário, no entanto, foi enorme para a pequena ilha, totalizando mais de US$ 1.8 bilhões.

4⁰ – Furacão Pauline: O furacão teve seu caminho até a costa mexicana, Pauline despejou chuvas torrenciais. A chuva incessante causou deslizamentos de terra desastrosos em alguns dos vilarejos mais pobres do México, matando cerca de 250-400 pessoas e deixando 300.000 pessoas desabrigadas. Além de todas as vidas destruídas, o furacão Pauline causou uma quantidade enorme de danos, excedendo US$ 7.5 bilhões, sendo quarta posição nesta seleção.

3⁰ – Furacão Kenna: Kenna, um furacão de categoria 5, foi o terceiro mais intenso furacão do Pacífico a já atingir a costa oeste do México. Atingindo San Blas, Nayarit, em 25 de outubro de 2002, foi o terceiro furacão categoria 5 da temporada de furacão. Ventos de 140 mph e uma onda de 4,87 metros devastaram a costa, causando US$ 101 milhões em danos.

2⁰- Tufão Nina – 1975: Para não ser conhecido como algum tufão regular, Super Tufão Nina desembarcou em cena com um estrondo, atingindo a China duramente e rapidamente destruindo a barragem Banqiao. O colapso da barragem Banqiao levou a grande inundação que desencadeou uma série de colapsos de barragem em toda a China, ampliando consideravelmente os danos causados pelo Tufão Nina. Com uma quantidade de morte de mais de 100.000, Super Tufão Nina é o segundo mais mortal tufão registrado na história.

1⁰ – Ciclone Bhola – 1970: Levando o bolo por ciclone tropical mais mortal já registrado, o ciclone Bhola de 1970 atingiu o Paquistão Oriental, atual Bangladesh, e Bengala Ocidental da Índia em 12 de novembro de 1970. Enquanto a quantidade exata de mortes seja desconhecida, é estimado que de 300.000-500.000 pessoas morreram em consequência da tempestade. Este ciclone não foi extremamente grande, alcançando forças equivalentes de um furacão categoria 3.

As informações foram obtidas no site top10mais.org

Aparecido Mendes Rocha, especialista em seguros internacionais

 

 

Balança comercial tem superávit recorde de US$ 5,178 bilhões em setembro

A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 5,178 bilhões em setembro. Trata-se do melhor resultado para o mês desde o início da série histórica do governo, em 1989. Os dados foram divulgados hoje (2) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

De janeiro a setembro deste ano, a balança acumula superávit de US$ 53,283 bilhões. O valor também é o maior da história. O governo estima que a balança comercial terminará 2017 superavitária em mais de US$ 60 bilhões.

Caso se confirme, será o maior resultado anual da série histórica, superando o saldo positivo recorde de US$ 47,5 bilhões verificado em 2016.

O principal motivo para o bom desempenho da balança neste ano é o crescimento dos preços das commodities (produtos básicos com cotação internacional). Também aumentaram as quantidades exportadas de alguns produtos.

A balança comercial tem superávit quando as exportações (vendas do Brasil para parceiros de negócios no exterior) superam as importações (aquisições de produtos e serviços no exterior).

No mês de setembro, as exportações brasileiras ficaram em US$ 18,666 bilhões, superando os US$ 13,488 bilhões em importações. As exportações cresceram 24% em relação a setembro de 2016, segundo o critério da média diária, que leva em conta o valor negociado por dia útil. Ante agosto deste ano, houve queda de 10,2% sob o mesmo critério.

As importações, por sua vez, aumentaram 18,1% na comparação com setembro do ano passado e subiram 11,8% em relação a agosto deste ano, também segundo o critério da média diária.

Destaques

Em setembro cresceram as exportações de itens básicos (36,7%), manufaturados (18%) e semimanufaturados (11,1%). Entre os básicos, foram destaque as vendas de soja em grão (alta de 178,8% na comparação com setembro de 2016) e milho em grão (95,7%).

Nos manufaturados, produtos como torneiras e válvulas (437,1%), máquinas para terraplanagem (86,1%) e tratores (72,2%) encabeçaram a alta das exportações. Entre os semimanufaturados, cresceu a exportação de itens como catodos de cobre (779,3%).

Nas importações, cresceu a compra de bens de capital (34,5%), combustíveis e lubrificantes (26,4%), bens de consumo (15,9%) e bens intermediários (15,1%).

Fonte: EBC – Agência Brasil
Edição: Lidia Neves